quinta-feira, 27 de junho de 2013

Agradecimento

Agradecimento
Ao amanhecer, no silêncio do meu quarto, senti a presença de um anjo me dizendo: bom dia!

Pensei! Será que estou sonhando ou é minha imaginação que vagueia além do horizonte em busca de algo inexplicável.

Mas não era sonho, era real. Era o amor que batia a minha porta pedindo licença para entrar. Quando um anjo aparece em nossa vida sem avisar é porque dentro de cada um de nós anseia por mudança, por amar... e ser amado.

Obrigado anjo, por aparecer nas horas mais precisas!

Às vezes, sentimos um toque, uma luz, um friozinho aconchegante, mas como não vemos, não damos atenção. Anjo meu, sei que você está sempre comigo, dando-me forças, me iluminado, elevando meuastral para que meu dia seja perfeito.

Quando você chega, o que está triste se transforma em alegria, o que está escuro se transforma numa luz radiante, o que é alegria se transforma numa felicidade plena.

Obrigado anjo meu!

Sei que existem muitos anjos a nos olhar, a nos proteger...

Um deles... pode ser você!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Quadrilha e Casamento Caipira

Quadrilha e Casamento Caipira

Folclore BrasileiroTipo: peça e dança.

Personagens: Noivo, noiva, pai da noiva, xerife, padre; vários casais.
1. Os pares, de braços dados, entram em fila, dão uma volta no salão, e param próximo a mesa/altar.
Ordem da entrada: noivos, padre e viúva, pais do noivo, pais da noiva, xerife e mulher, convidados.
2. Realiza-se o casamento. (o texto abaixo é uma sugestão cômica e com fala "caipira").
Xerife (X): Hoje vim acá no Arraiá pra módi casá esse par di moçus que pretendi formá uma famía nova nu arraiá dus sapus, sabiá e tico-tico donde vancês tudo móra.
Padre (P): U novio qui é fio du fazendêro Mané Pistola mais sua muié comadre Agostinha si chama Inhozinho Manduca Pinduca, i a novia qui é fia du comendadô Chico Chicote mais sua muié comadre Nicota, si chama Chica Brotoeja.
X: Prá ocês num fazê fofoca falando só verdade peçu a toda moçada aqui reunida si subé qui já são casadus notras parages avisá prá eu num arrealizá este casório.
P: Vamus moçada, ocês acha qui podi ele cum ela ajuntá seus trapus hoje? Intão vamus prá frente mi arrespondendo...
(O noivo ameaça fugir, mas o pai da noiva, aponta uma espingarda e o traz de volta)
P: Ocê, Manduca Pinduca, arrecebe Chica Brotoeja?
Noivo: Eu Manduca Pinduca arrecebo á vosmecê Chica Brotoeja como minha muié legítima i verdadêra.
P: I vancê, Chica Brotoeja?
Noiva: Eu, Chica Brotoeja, arrecebo a vois Sinhozinho Manduca Pinduca como meu legítimo i verdadêro maridu.
P: Depois dessas adeclaração tudo pessoar eu vô a declará vancês casadus: maridu i muié. Prá ocês vivê cum muito amô, um só pru ôtru nu seu rancho sem oiá pra mais ninguém. CApinandu a roça de mío, cuidando das prantação i povoandu o arraiá cum argumas dúzia de fios pru mundu num acabá.
X: Vamus dançá a quadria ocês tudo, pessoar!
3. Formar novamente a fila. O "cantador" da quadrilha deve anunciar os passos (em negrito):
Passeio dos Namorados.
Cada um com seu par, de braços dados em fila.
Olha os cumprimentos Se dividem em dois grupos, sem desfazer os casais, um grupo de frente para o outro.
Cumprimento das damas.
As damas vão até o meio, dançando e segurando a saia. Quando se encontram no meio, fazem uma reverência graciosa. Enquanto isso os homens batem palmas.
Anarriê
As damas voltam de costas ao seu lugar.
Cumprimento de cavalheiros
Os cavalheiros vão até o centro, batendo os pés e com as mãos para trás. Quando se encontram tiram o chapéu e se curvam.
Anarrieê
Recolocam o chapéu e voltam de costas ao seu lugar.
A Galope
De cada uma dos grupos, saem 2 pares "cavalgando", se cruzam no meio e trocam de lugar.
Passeio dos Namorados
Caminho da roça
Os pares se desfazem, passando cada dama para frente do seu par, e continuam andando em fila. (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)
Olha o trem!
Cada um pega na cintura da pessoa a sua frente.
Enguiçou!
Param...
Marcha-à-ré!
Andam de costas em trem
Consertou!
Seguir em frente.
Olha a chuva!
Cada um coloca as mãos entrelaçadas sobre a própria cabeça.
Já passou!
Os cavalheiros colocam os braços para trás, as damas seguram a saia.
Olha a cobra!
Todos gritam "Ui!" e se viram - a fila agora anda em sentido contrário ao que vinha.
Já foi embora!
Todos gritam "Oba" e se viram - a fila volta a andar no sentido inicial.

Grande roda
Se dão as mãos e formam uma roda (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)
Damas ao centro
Manter 2 rodas, a de cavalheiros por fora e a de damas por dentro.
Cestinha de Rosas
Cada dama deve parar à direita de seu par. Os cavalheiros levantam os braços e as damas passam por baixo. Girar.
Grande Roda
Desfazem a cesta e se dão as mãos.
Cavalheiros ao centro
Cestinha de cravos
Cada cavalheiro deve parar à direita de seu par. As damas levantam os braços e os cavalheiros passam por baixo. Girar.
Grande roda.
Olha o caracol!
A noiva puxa a fila, sem desfazer a roda, e começa a formar uma serpentina dentro da roda, até chegar ao centro.
Desmanchar
A noiva volta e começa a desfazer, até conseguir formar a grande roda de novo.
Passeio dos Namorados
Formar os pares novamente, e andar em fila (sempre damas atras de damas e cavalheiros atrás de cavalheiros).
Olha o Túnel!
Os noivos param e se dão as mãos no alto, por cima da cabeça, formando uma "casinha", o próximo par, passa por debaixo do tunel e forma também a "casinha" e assim sucessivamente, até todos passarem. Os noivos então desfazem a sua "casinha" passam por debaixo de todo o tunel e se dão os braços, formando o "Passeio dos namorados"; cada par então também desmonta a "casinha" passa pelo tunel e o vão desfazendo.
Hora do Baile
Os casais param e formam uma roda bem aberta.
Valsa dos noivos
Os noivos vão para o meio da roda e dançam.
Viva o padre!
O padre e seu par se juntam aos noivos.
Viva o xerife!
O xerife e seu par se juntam aos noivos.
A dança agora é geral!
Todos valsam.
Lá vem o arara!
Um cavalheiro sem par entra na roda com um cabo de vassoura e o entrega para qualquer cavalheiro da roda e dança com a dama dele. O cabo de vassoura vai sendo passado entre os cavalheiros até a valsa acabar.
Cada um com seu par!
Passeio dos namorados
Despedida
Vão saindo acenando, as damas com a mão (ou com um lenço), os cavalheiros com o chapéu.

Músicas Juninas

Músicas Juninas


Cai, Cai Balão
domínio público

Cai, cai balão
Cai, cai balão/
Aqui na minha mão
Não cai não,
Não cai não, não cai não
Cai na rua do sabão.


Capelinha de Melão
domínio público

Capelinha de melão /
É de São João /
É de cravo, é de rosa /
É de manjericão.
São João está dormindo /
Não me ouve não /
Acordai, acordai /
Acordai, João.

Olha Pro Céu Meu Amor
Autores:José Fernandes e Luiz Gonzaga

Olha pro céu meu amor
Vê como ele está lindo
Olha prá quele balão multicor
Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta /
que tu me deste o teu coração/
O céu estava em festa /
porque era noite de São João /
Havia balões no ar /
xote, baião no salão /
E no terreiro o teu olhar /
que incendiou meu coração.


Balão vai subindo
domínio público

O Balão vai subindo
Vem vindo a garoa
O Céu é tão lindo
E a Noite é tão boa
São João, São João
Acende a fogueira do meu coração.


 Pula a fogueira
Autores: Getúlio Marinho e João B. Filho

Pula a fogueira,
Iaiá
Pula a fogueira,
Ioiô
Cuidado para não se queimar
Olha que a fogueira
Já queimou o meu amor
Nesta noite de festança
Todos caem na dança
Alegrando o coração
Foguetes, cantos e troca
Na cidade e na roça
Em louvor a São João
Nesta noite de folguedo
Todos brincam sem medo
A soltar seu pistolão
Morena flor do sertão
Quero saber se tu és
Dona do meu coração



 


 

Eu sou alguém

 Eu sou alguém

Objetivo: Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.

Material: Folhas de papel e lápis.


Descrição:
  1 - Em círculo, sentados.
2 - Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo.
3 - Solicitar que virem a folha, dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo.
4 - Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões.
5 - Em plenário: - Qual o lado que pesou mais? - O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?


Comentários:
1 - A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios.
2 - Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de vinte participantes.
 








DIA DO TRABALHO: SAIBA COMO SURGIU O FERIADO DO DIA 1º DE MAIO

DIA DO TRABALHO: SAIBA COMO SURGIU O FERIADO DO DIA 1º DE MAIO

O primeiro dia do mês de maio é considerado feriado em alguns dos países do mundo. Além do Brasil, Portugal, Rússia, Espanha, França, Japão e cerca de oitenta países consideram o Dia Internacional do Trabalho um dia de folga.
A data surgiu em 1886, quando trabalhadores americanos fizeram uma paralisação no dia primeiro de maio para reivindicar melhores condições de trabalho. O movimento se espalhou pelo mundo e, no ano seguinte, trabalhadores de países europeus também decidiram parar por protesto. Em 1889, operários que estavam reunidos em Paris (França) decidiram que a data se tornaria uma homenagem aos trabalhadores que havia feito greve três anos antes.
Gradativamente, outros países foram aderindo ao feriado. No Brasil, o feriado começou por conta da influência de imigrantes europeus, que a partir de 1917 resolveram parar o trabalho para reivindicar direitos. Em 1924, o então presidente Artur Bernardes decretou feriado oficial.
Além de ser um dia de descanso, o 1º de maio é uma data com ações voltadas para os trabalhadores. Não por acaso, a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) no Brasil foi anunciada no dia 1º de maio de 1943. Por muito tempo, o reajuste anual do salário mínimo também acontecia no Dia do Trabalho.
Este ano, foram organizadas diversas manifestações e eventos culturais para o Dia do Trabalho no Brasil.

Atividades
1.      Pesquise no dicionário sinônimo das palavras em negrito no texto.
2.      Construa frases com cada uma das palavras pesquisada.
3.      Selecione uma profissão e dramatize-a.






OS BICHOS

OS BICHOS 
No cotidiano da vida precisamos reconhecer os diferentes papéis e também, quando necessário, mudar nossas atitudes para crescer. Vamos observar os bichos! Eles ajudam a ver como somos muitas vezes, positiva ou negativamente, em nossos encontros. Podemos seguir estes passos:
Passos  metodológicos:


·         Distribuir aos participantes a lista de alguns bichos, conforme descrita abaixo. Ler em silêncio o texto e escolher 3 bichos que apresentam as características que mais se assemelham aos integrantes do grupo.

·         Eleger os 3 bichos mais indicados e formar três grupos. Cada grupo deverá aprofundar as características de um dos bichos, como elas se manifestam no cotidiano da vida. Claro que muitas de nossas atitudes são inconscientes, mas isso não significa que elas não possam ser mudadas.

·         Os 3 grupos devem apresentar (de forma bem criativa) as características do bicho escolhido. Em seguida, em plenário, todo grupo faz comentários sobre o assunto.

COBRA: É traiçoeira, perigosa, esperta e oportunista. Envenena o grupo. É fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

GATO: É companheiro prestativo, carinhoso e muito esperto.

BORBOLETA: Sempre está voando. Por isso não é acomodada. Alegra o ambiente com seu jeito de ir ao encontro de todos.

PAPAGAIO: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o mal.

CAVALO: Dá patada em todos. Às vezes é bom de serviço. Mas é muito bruto.

PAVÃO: Fica sempre de leque aberto. Mostra sempre sua cultura. Acha que é o mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.

BOI: Sossegado, tranqüilo, não sabe da força que tem. É esforçado e topa qualquer trabalho.

POMBO: Vive de conversinhas com o companheiro (as) do lado. Só vive de par.

URUBU: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.

FORMIGA: Operária, trabalhadeira, ativista. Faz, faz sem pensar e acaba destruindo muita coisa boa. Trabalha, trabalha sempre em grupo, mas não avalia, nem planeja.

GALINHA-D'ANGOLA: Fala a mesma coisa o dia inteiro: "tô fraco"... Não acredita em si mesma, mas tem que falar.

PATO: Caminha lentamente, sempre pateta. Quer sombra e água fresca; promete e não cumpre. Não se envolve com nada e nunca quer saber de nada.
CIGARRA: Só gosta de cantar, é omissa. O mundo pode acabar ela não se preocupa: é aproveitadora.

MACACO: Espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir, ninguém o leva a sério. Anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.

LEÃO: Sempre o mais poderoso, o rei de todos, domina a todos os animais, e agarra as pessoas pelas presas. Faz tudo sozinho, quando urra todos os participantes se calam.

RATINHO: Estraga tudo, destrói. Fica sempre escondido pelos cantinhos. Tem muito medo do leão e dos outros animais. Passa pelo grupo sempre em disparada.

HIENA: Não tem opinião própria. Adora o Leão e é puxa-saco. Gosta sempre de quem está no poder. Ri dos outros.

CORUJA: Não fala, mas presta muita atenção. Nunca dá sua opinião. Fica sempre de cara feia. Não liga para ninguém, não contribui com nada.

LAGARTIXA: Abana a cabeça, mas não fala, concorda com tudo e sempre diz: "É isto mesmo".


PRECISA-SE DE UM AMIGO

PRECISA-SE DE UM AMIGO
  
Não precisa ser homem, basta ser humano, ter sentimentos.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem imprescindível, que seja de segunda mão.
Não é preciso que seja puro, ou todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Pode já ter sido enganado ( todos os amigos são enganados).
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve gostar de crianças e lastimar aquelas que não puderam nascer.
Deve amar o próximo e respeitar a dor que todos levam consigo.
Tem que gostar de poesia, dos pássaros, do por do sol e do canto dos ventos.
E seu principal objetivo de ser o de ser amigo.
Precisa-se de um amigo que faça a vida valer a pena, não porque a vida é bela, mas por já se ter um amigo.
Precisa-se de um amigo que nos bata no ombro, sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo.
Precisa-se de um amigo para ter-se a consciência de que ainda se vive.


Carlos Drummond de Andrade

O Importante Da Amizade

O Importante Da Amizade
O importante da amizade não é conhecer o amigo; e sim saber o que há dentro dele!...
 

Cada amigo novo que ganhamos na vida, nos aperfeiçoa e enriquece não pelo que nos dá, mas pelo
quanto descobrimos de nós mesmos. 


Ser amigo não é coisa de um dia.
São gestos, palavras, sentimentos que se solidificam no tempo
e não se apagam jamais. 


O amigo revela, desvenda, conforta. 

É uma porta sempre aberta em qualquer situação. 


O amigo na hora certa é sol ao meio
dia, estrela na escuridão. 

O amigo é bússola e rota no oceano, 
porto seguro da tripulação. 


O amigo é o milagre do calor humano
que Deus opera no coração.

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE

         Embora seja comemorado nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

         Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas. 

COMIDAS TÍPICAS
         
          Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitas deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 


TRADIÇÕES

           As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

          No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

           Já na região Sudeste é tradicional a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

           Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, é comum as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz à tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.



 

ORIGEM DA FESTA JUNINA

ORIGEM DA FESTA JUNINA

       Existem duas explicações para o termo festa juninas. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

       De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

        Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo à dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  

        Todos estes elementos culturais foram com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  

OS BOMBONS

 OS BOMBONS
(Dinâmica de reflexão)

Objetivos
· Capacidade de observação;
· Vivência num mundo classista;
· Reflexão sobre a realidade social.
Material
Um quilo de balas.

Passos Metodológicos
a) Do grande grupo escolher uma boa parte para a vivência da dinâmica. Com este grupo, prosseguir da seguinte forma:
b) Formar três grupos (Não falar nada): 1- o grupo menor (classe burguesa); 2- o grupo um pouco maior (classe média); 3- o grupo formado pela maioria grupo pobre.
c) O 1º grupo (1) recebe excesso de balas; o 2º grupo (2) recebe uma quantia que dá, mais ou menos, para todos; o 3º grupo (3) recebe uma quantia que é totalmente insuficiente.
d) Deixar que o grupo mesmo se dê conta do que está acontecendo e observar as reações.
e) O grupo que não participa da dinâmica (grupo observador) anota todos os fatos que acontecem.

Em plenário
1) Aos que vivenciaram a dinâmica, perguntar:
- o que sentiram? como se sentiram? o que representa cada grupo? como reagiram diante da situação vivenciada?

2) Ao grupo observador, perguntar:
- o que viram? Que fatos, atitudes chamaram a atenção?

3) Perguntar a todos:
- Que lições podemos tirar daquilo que vivemos nesta dinâmica? (Se possível anotar no quadro negro e sistematizar ).



Avaliação de Geografia

Avaliação da Aprendizagem de geografia
Escola:_________________________________________________________
Nome:__________________________________________________________
Ano: _________________________ Data:_____________________________
Professora:______________________________________________________
Vamos pesquisar e responder!!!

1.)No mapa político do Brasil, pinte de diferentes cores a divisão regional. Pinte também a legenda.



Observe o mapa e responda:
2. Qual o maior estado brasileiro em extensão territorial? A que região pertence?
_______________________________________________________________________
3. Quais os estados brasileiros que não são banhados pelo mar? A que região pertence?
_____________________________________________________________________________
4. De todos os estados brasileiros que são banhados pelo mar, qual deles possui o menor litoral? A que região pertence?
_____________________________________________________________________________
5. Qual a região brasileira que possui o maior número de estados?
_____________________________________________________________________________
6. Que unidade da federação do Brasil está mais ao Sul do território brasileiro? A que região pertence?
_____________________________________________________________________________
7. Qual o menor estado brasileiro? A que região pertence?
_____________________________________________________________________________
8. Faça uma relação de todos os Estados do Brasil por regiões e coloque ao lado suas respectivas capitais.
ESTADOS
CAPITAIS
REGIÃO
















































































Excelente atividade!
Norma Meneses de Almeida
Professora