quarta-feira, 23 de outubro de 2013

JOGO: BORBOLETAS E FLORES: - (MODERADO)


Material: Um apito ou chocalho.

Preparação: As crianças são divididas em dois grupos iguais: "borboletas" e "flores".
As flores ficam pelo campo, de cócoras e bem afastadas cerca de 1 metro umas das outras.


Desenvolvimento: Ao sinal do professor, as borboletas põem-se a dançar por entre as flores. 
É bom limitar o espaço, para que as borboletas param imediatamente de dançar e as flores, na posição em que se encontram, tentam tocá-las. 
Quando alcançadas, as borboletas devem ficar de cócoras, junto com as flores.
 É bom limitar o espaço para que as borboletas não permaneçam muito longe das flores. 

Interpretação de texto : Sopa de pedras

Vamos ler!
Sopa de Pedras

              Um rapaz pobre e faminto andava pelo campo em busca de alimento. Teve uma idéia e resolveu colocá-la em prática. Escolheu um local próximo a uma casa com uma grande horta e alguns animais. Pediu aos donos da casa que lhe emprestassem uma panela. Os donos não queriam emprestar, pois não gostavam de ajudar outras pessoas. Mas o rapaz tanto insistiu que conseguiu a panela. Ele então preparou o fogo e colocou água para ferver. Pegou algumas pedras, lavou-as bem e colocou dentro da água fervente.
Os donos da casa ficaram curiosos e perguntaram:
              – O que você está cozinhando, rapaz?
              – Uma deliciosa sopa de pedras – respondeu ele.– Mas como é possível fazer uma sopa de pedras? – indagou o casal. – Muito simples! – ele explicou. – Como veem, tenho aqui no fogo uma panela com água fervendo e pedras cozinhando. Sei fazer uma ótima sopa, mas se vocês tiverem algo para engrossá–la... como um pedaço de carne, batatas e feijões...
             Os donos da casa lhe deram carne, batatas e feijões. O rapaz colocou tudo dentro da sopa e o cheiro começou a ficar bom. Ele então disse:
– Hum, se eu tivesse um pouco de tempero, a sopa ficaria bem mais apetitosa.
E novamente os donos da casa lhe deram tempero. Ele foi cozinhando e mexendo até que a sopa ficou pronta e foi consumida pelos três. Assim que terminaram, o rapaz tirou as pedras da panela e jogou-as fora. Os donos da casa, espantados, disseram:
              – Mas e as pedras?! Você não vai comer as pedras?!
              – Comer as pedras?! – repetiu o rapaz, e fugiu correndo.

                                                                                                   Conto popular.

1. O rapaz da história faz realmente uma sopa de pedras? Explique.
2. Em que lugar a história acontece?
3. A história que você leu é um conto de artimanha ou de esperteza. Coloque V para
verdadeiro ou F para falso.
(  ) É uma história em que as personagens usam a esperteza para conseguir algo.
(  ) É uma narrativa engraçada.
(  ) É uma história que deixa o leitor com medo.

4. Qual foi a esperteza do rapaz?
5. Releia o final do conto e sublinhe o trecho que mostra o humor da narrativa.
– Mas e as pedras?! Você não vai comer as pedras?!
– Comer as pedras?! – repetiu o rapaz, e fugiu correndo.

6. Que motivo o rapaz teria para fugir?

7. Você acha o título do conto adequado? Por quê?.

Interpretação de texto/Deveres e Direitos


Crianças, iguais são seus deveres e direitos.
Crianças: viver sem preconceito é bem melhor.
Crianças: a infância não demora, logo, logo vai passar,
Vamos todos juntos brincar.

Meninos e meninas,
Não olhem cor, nem religião, nem raça.
Chamem os quem não tem mamãe,
Que o papai tá lá no céu,
E os que dormem lá na praça.

Meninos e meninas,
Não olhem raça, religião nem cor.
Chamem os filhos do bombeiro,
Os dois gêmeos do padeiro
E o caçula do doutor.

Crianças: a vida tem virtudes e defeitos.
Crianças: viver em harmonia é bem melhor.
Crianças, a infância não demora, logo, logo vai passar,
Vamos todos juntos brincar.

Meninos e meninas,
O futuro ninguém adivinha.
Chamem os quem não tem ninguém,
Pois criança é também
O menino trombadinha.

Meninos e meninas,
Não olhem cor nem raça ou religião.
Bons amigos valem ouro,
A amizade é um tesouro
Guardado no coração.

Toquinho e Elias Andreato
Vamos responder!
1. Você considera que cada criança é única? Por quê?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________
2. Você se sente bem cuidado pelas pessoas que tomam conta de você?
______________________________________________________________________
3. A partir da letra de música de Toquinho e Elias Andreato, faça um desenho que represente você sendo amado e respeitado em seus direitos.


INTERPRETAÇÃO DE TEXTO - FÁBULA

Escola ____________________________________________________Data:_____/_____/_____
Prof:______________________________________________________Turma:______________
Nome:_________________________________________________________________________


O rato do campo e o rato da cidade


Era uma vez um rato que morava na cidade que foi visitar um primo que vivia no campo. O rato do campo era um pouco arrogante, mas gostava muito do primo e recebeu-o com muita satisfação. Ofereceu-lhe o que tinha de melhor: feijão, toucinho, pão e queijo. O rato da cidade torceu o nariz e disse:
– Não posso entender primo, como consegues viver com estes pobres alimentos. Naturalmente, aqui no campo, é difícil obter coisa melhor. Vem comigo e eu te mostrarei como se vive na cidade. Depois que passares lá uma semana ficarás admirado de ter suportado a vida no campo.
Os dois puseram-se, então, a caminho. já era noite quando chegaram à casa do rato da cidade.
– Certamente que gostarás de tomar um refresco, após esta caminhada – disse ele polidamente ao primo.
Conduziu-o até à sala de jantar, onde encontraram os restos de uma grande festa. Puseram-se a comer geleias e bolos deliciosos. De repente, ouviram rosnados e latidos.
– O que é isto? – Perguntou assustado, o rato do campo.
– São, simplesmente, os cães da casa – respondeu o da cidade.
– Simplesmente? Não gosto desta música, durante o meu jantar.             
Neste momento, a porta abriu-se e apareceram dois enormes cães. Os ratos tiveram que fugir a toda pressa.
– Adeus, primo – disse o rato do campo. –Vou voltar para minha casa no campo.
– Já vais tão cedo? – Perguntou o da cidade.
– Sim, já vou e não pretendo voltar. – concluiu o primeiro.



Moral da história:
Mais vale uma vida modesta com paz e sossego que todo o luxo do mundo com perigos e preocupações.

Fábula de Esopo

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
1)    Qual é o título do texto?
______________________________________________________________________________

2)    Qual é o tema?
______________________________________________________________________________

3)    Quem é o autor?
______________________________________________________________________________

4)    Quantos e quais são os personagens?
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

5)    Assinale a qual gênero textual pertence o texto acima.:
a)    Notícia;
b)    Fábula;
c)    Haicai;
d)    Reportagem;
Justifique:______________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

6)    Descreva as características dos ratos:
Rato do campo: _________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
Rato da cidade: _________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

7)    Como o rato do campo recepcionou seu primo?
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

8)    Como vivia o rato da cidade?
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

9)    Em sua opinião o que quer dizer a moral da história?
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

10)  Passe as frases abaixo da forma afirmativa para as formas exclamativas e interrogativas.
a)    O rato do campo era um pouco arrogante.
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________

b)    O rato da cidade torceu o nariz.
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________



A Carroça Vazia


Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida. Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Concordei, com grande alegria, e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... - disse ele - É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
 Não disse mais nada, porém deu-me muito o que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.





A BORBOLETA E A PEQUENA FLOR

A BORBOLETA E A PEQUENA FLOR

               Certa vez um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta, mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem ficou triste porque não entendeu o porquê seu pedido veio errado.
Daí o homem pensou: “Também com tanta gente para atender...” e resolveu não questionar o presente de Deus.
                   Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido. Pra sua surpresa, do espinhoso e feio cacto, havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta havia se transformado em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar tudo errado. Se pediu uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha certeza que Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. O espinho de hoje...será a flor de amanhã.
              
Vamos responder!
01- Qual foi o pedido que o homem fez a Deus?
02- O que o homem recebeu como resposta ao pedido que fez a Deus?
03- O homem entendeu a resposta que recebeu de Deus? Por quê?
04- Você costuma pedir as coisas a Deus? Como? Por quê?
05- Você sempre compreende as respostas que Deus lhe dá? Por quê?

06- Você concorda que “Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar errado”? Exemplifique.

07- Você crê que “o espinho de hoje...será a flor de amanhã? Por quê?


08- Feche os olhos, acalme o coração, eleve seu pensamento a Deus e lhe faça um pedido.

Atividade de interpretação de texto

Escola ___________________________________________________Data:_____/_____/____
Prof:______________________________________________________Turma:______
Nome:_________________________________________________________________

Atividade de interpretação de texto

MEU IDEAL SERIA ESCREVER...

Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e toda a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa (que não sai de casa), enlutada (profundamente triste), doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que um casal que estivesse em casa mal-humorada, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada como o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má-vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrasse os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário ((autoridade policial) do distrito (divisão territorial em que se exerce autoridade administrativa, judicial, fiscal ou policial), depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa (habitante da antiga Pérsia, atual Irã), na Nigéria (país da África), a um australiano, em Dublin (capital da Irlanda), a um japonês, em Chicago – mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu à pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou (introduziu-se lentamente em) por acaso até nosso conhecimento; é divina.”
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
Rubem Braga

INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

1)         Qual é o título do texto?
______________________________________________________________________

2)         Quem é o autor?
______________________________________________________________________

3)         Qual motivo levou o autor a querer escrever uma história engraçada?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

4)         Qual é a cor da casa da moça. Explique o motivo desta cor.
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

5)         Por quê as características do raio de sol se opõem as da moça? Cite algumas características opostas.
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

6)         Em sua opinião o que significa a oração “que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria”?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

7)         Qual foi a história inventada por Rubem Braga para alegrar e comover as pessoas?
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

8)         Quais os tipos de histórias mais sensibilizam as pessoas, engraçadas ou dramáticas? Justifique.
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________

9)         Quantos parágrafos tem o texto?
______________________________________________________________________

10)       Qual é o tema do texto? 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________